sexta-feira, 7 de setembro de 2012

D Broz: A lenda e o nascimento profetizado

Reza a lenda demónica escrita pelo padre Maximilianus Colbi, a quando este foi possuido, no ano de mortal de 1095, quando os demónios, antes do portal para esse mundo ter sido selado selado por Spardamicus o cruel no ano de 1408, pelo aspirante ao trono da família demónica S, uma das três famílias descendentes do unificador e primeiro monarca do nosso mundo Belzebu o negro, Satanicus o maluco, que dizia o seguinte:
"No ano da milésima terceira lua do reinado do 1001º descendente de Belzebu o anjo negro, filho do temível Lúcifer o anjo vermelho, nascerão duas crianças e uma dessas crianças trará o fim às criaturas das trevas e com ela a paz para os fieis seguidores de nosso senhor Jesus Cristo.
Essas vis criaturas saberão quando o seu julgamento se aproxima quando nessa bendita noite o grito de um dos seus senhores se fizer ouvir por todo o vosso nojento mundo. Os vossos edifícios caíram e os vulcões que fornecem o vosso tão precioso enxofre cessarão e com isto guerras se iniciarão e famílias se extinguirão e no meio de toda essa confusão por vós criada o angelical exercito de sua santidade o Santo Padre abrirá um portal e com as suas mãos trará um verdadeiro a vossa maldita existência e a esse maldito reino, pondo um ponto final a esta santa guerra que travamos com vocês desde a morte do nosso salvador e instituição desta santa organização.
Temei a chegada do que grita pois ele é um enviado do senhor que nos ajudará nesta tão preciosa demanda, Ámen!"
Durante milénios se pensou que esta lenda não passava de uma mera história de terror que se contava aos doces diabinhos quando estes decidiam portar-se bem e não comer a sua sopa de enxofre estufado, mas tudo mudou quando se descobriu que a esposa de Spardamicus III o punho de aço, Flora a bela, filha de Flavius o Ogre o herói da revolta dos Southern daemones, se encontrava de não um, mas dois herdeiros para o real trono da morte.
Quando isto veio ao de cima o medo atacou os buracos que cada demónio tem no peito e a paz começou a reinar, as ruas tornaram-se desertas os habituais gritos e rangeres de dentes que se costumava a ouvir cessaram. O Daemonum Mundus parecia um paraíso o que deixava Spardamicus III o punho de ferro bastante irritado, criou-se uma unidade militar para se devolver o caos e o mal estar ao seu reino, mas os seus soldados também receavam pelas suas vidas.
Na nongentésima oitava noite do reinado do punho de ferro este bane todos os escritos lendários e humanos do seu reino e manda assasinar tudo e todos que acreditassem na lenda Maximilliana na corte demónica, para mandar um exemplo às outras classes. Apenas dois terços dos tementes da lenda que faziam parte da corte é que foram mortos até ao nascimento dos herdeiros.
O tempo passou até que a trágica milésima primeira noite finalmente chegara. A residência real estava numa maior confusão as criadas corriam para trás e para a frente levando tolhas e água a ferver os soldados tinham saído em busca do médico mais próximo, visto que o médico da corte havia falecido de morte natural à dez noites atrás. E o monarca encontrava-se a olhar por uma janela em quanto esmagava um pedregulho que havia tirado de uma enorme baú que ele tinha nos seus aposentos, para quando ele necessitava de se manter calmo e frio.
O tempo passou e eventualmente as crianças acabaram por nascer o primeiro a quem a Flora deu o nome de Spardanteus deu um berreiro que se fez ouvir por todo o reino e fez com que o chão treme-se, os vulcões cessarem, mas nenhum edifício caiu, já o segundo, a quem a mãe deu o nome de Shintetsu, nome estranho para um demónio, deu uma gargalhada capaz de fazer gelar a espinha de qualquer mortal, o tremor de terra parou os vulcões voltaram ao activo e os súbditos da casa real decidiram temos de matar o príncipe  Spardanteus para o bem do Daemonum Mundus.



Continua no próximo mês...

Todas as personagens, armas e localizações referidas nesta história, são propriedade intelectual de Rúben Pinto e do D Studios!

Obrigado ao meu amigo ninguém por me deixar publicar mensalmente a saga de contos D Broz.

Sem comentários:

Enviar um comentário